EUA, Reino Unido e França atacam a Síria

O ataque durou cerca de uma hora e tinha em vista três alvos. Trump, Theresa May e Macron falaram de "crimes de um monstro", "puro horror" e "linhas vermelhas". A Rússia avisa: estas acções terão consequências.

15
COMPARTILHE

Os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria numa ação militar conjunta com o objetivo de punir o regime de Bashar al-Assad após o ataque de Douma, em que terão sido usadas armas químicas.

Esse ataque, realizado há uma semana, deixou pelo menos 75 mortos e mais de 500 feridos, entre eles crianças. O bombardeamento da madrugada deste sábado realizado pelos EUA, o Reino Unido e a França durou uma hora e visou três alvos segundo informações do Pentágono e do ministério da Defesa britânico.

O primeiro ataque teve como alvo um centro de investigação científica localizado perto de Damasco. No segundo ataque os Estados Unidos e os seus aliados destruiram um depósito de armas químicas situado a oeste de Homs e finalmente, o terceiro foi outro armazém com armas químicas localizado perto do segundo alvo.

O secretário de Defesa dos EUA, James Mattis afirmou que os bombardeamentos foram um “acto único”, com o objetivo de desaconselhar Assad a voltar a usar armas químicas. Mas também avisa que se o líder sírio recorrer novamente a armas químicas, voltará a será alvo de mais operações militares.