Falta de acessibilidades condiciona promoção do turismo em Angola

A ministra da Hotelaria e Turismo de Angola disse que constitui maior preocupação para o sector a questão dos acessos, sobretudo nas ligações viárias entre os diferentes produtos e espaços turísticos.

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A ministra da Hotelaria e Turismo de Angola disse que constitui maior preocupação para o sector a questão dos acessos, sobretudo nas ligações viárias entre os diferentes produtos e espaços turísticos.

Ângela Bragança falava à imprensa, à margem da reunião metodológica sobre Acordos de Supressão e Facilitação de Vistos, que Angola está a aplicar para 61 países, incluindo da União Europeia, desde 30 de Março. Segundo a ministra, este é um assunto que está a ser tratado com o ministro da Construção, Manuel Tavares de Almeida, que terça-feira admitiu a degradação cada vez maior das estradas de Angola devido à falta de manutenção.

A governante angolana, que sublinhou a necessidade de se tornar Angola aberta a qualquer cidadão que esteja no exterior e pretenda visitar o país, disse que as unidades hoteleiras estão a ser constituídas, mas a grande preocupação nesse momento “são as acessibilidades”. “Temos que tornar o país aberto a que qualquer cidadão no exterior e que queira vir, faça através de uma agência ou de um operador, e que possam estar normalmente no nosso país”, disse a ministra.
Nesse sentido, Ângela Bragança apontou a necessidade de se criar roteiros, estando em curso trabalhos para a criação de pacotes turísticos, “que sejam sobretudo atractivos, para que os turistas sintam vontade de estar e de visitar Angola”.

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