Brasil quer diversificar e investir mais em Angola

O Brasil pretende apoiar Angola na diversificação dos investimentos e na economia, indo ao encontro da aposta no novo ambiente de negócios que as autoridades angolanas querem criar no país, disse o embaixador do Brasil em Angola.

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Paulino Neto, falava à margem do fórum económico sobre “Desenvolvimento do Agronegócio, Desafios e Perspetivas”, realizado pela Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN).

Com o novo clima de negócios em curso que está a ser criado pelo Governo angolano, como as novas Lei do Investimento Privado e Pauta Aduaneira, entre outras medidas, Angola está a estimular a vinda de estrangeiros que tencionam investir em Angola, sublinhou.

Nesse sentido, o diplomata brasileiro defendeu ser necessário o Brasil diversificar a pauta exportadora para Angola, e ter maior participação de bens semimanufaturados e manufaturados.

Recorde-se que a 04 de Agosto, numa entrevista à agência Lusa, Paulino Neto salientou que o Brasil quer atingir novamente os 4.000 milhões de dólares (34.20 milhões de euros) no comércio bilateral com Angola, valor registado na primeira década do século, estando actualmente em um quarto desse montante, números que repetiu no fórum.

A ideia, disse então, é diversificar as trocas comerciais bilaterais, evitando concentrar as actividades económicas, seja em investimento seja em importação de bens, em um ou dois produtos.

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