Festival africano de cinema e artes volta a dar destaque à cultura angolana

O património cultural foi homenageado na 21ª edição do Festival de Cinema Africano de Khouribga com a projecção de imagens dos monumentos e filmes de produção angolana, exaltando os valores da cultura nacional.

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Por Redacção

Trata-se de uma plataforma incontornável dos cineastas e artistas africanos de renome Iniciado pela Fundação do Festival do Cinema Africano, o FCAK apresenta este ano uma programação rica e diversificada representada através da participação de vários artistas e cineastas africanos e a apresentação dos seus trabalhos. Neste evento, o cinema dentre outras artes são tidos como “instrumentos” para melhor percepção e comunicação entre os povos de diversas culturas, raças e estilos de vida, além de servir como veículo catalisador do diálogo sobre temas importantes. Desta feita, o património cultural angolano será homenageado na 21ª edição do FCAK de Khouribga, em Marrocos, com a projecção de imagens dos monumentos angolanos.

De acordo com o Ministério da Cultura, Benigno Vieira Lopes fez menção na ocasião, ao facto de Angola, a convite da UNESCO, albergar em 2019 o Fórum Pan-Africano para a Cultura e Paz em África, que vai promover o país como capital mundial da paz e da amizade entre os povos dos cinco continentes e da diáspora. A homenagem estende-se com a projecção dos filmes “Alda & Maria”, “Angola Ano Zero”, “Paroles Cinéastes” e o “O Herói”. Obras estas que sublinham a relevância excepcional de um país que “renasceu” das cinzas depois de ter sido duramente afectado por conflitos e guerras. O programa do evento inclui ainda, uma exposição internacional de arte contemporânea de África, encontro literário, homenagem à cultura angolana e outras actividades são os acontecimentos culturais. Além da competição para o Prémio Ousmane Sembène, onde estarão a concorrer quinze filmes produzidos em catorze países africanos. A representar Angola no FCAK esteve uma delegação integrada pelos consultores da ministra da Cultura: Cornélio Caley e Joelson Rangel, bem como o embaixador angolano em Marrocos, Benigno Vieira Lopes.

 

 

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