Continua o ‘braço-de-ferro’ nos CFL

A assembleia de trabalhadores dos caminhos-de-ferro de Luanda (CFL) decidiu manter a greve iniciada a 14 de Janeiro de 2019.

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Por: Agostinho Rodrigues 

A decisão saiu de um encontro que terminou há instantes, onde os trabalhadores discordaram da proposta do ministro dos Transportes, Ricardo Veigas de Abreu, pelo facto da sua proposta salarial não dispor de qualquer percentual.   

Entre outras medidas, os grevistas exigem um aumento salarial na ordem de 80%.

O coordenador da comissão negocial dos CFL, Luís Júnior, desvaloriza o argumento do conselho de administração da empresa, que alega não ter capacidade para aumentar os salários e atender às outras exigências. “O conselho de administração diz que só tem um ano, que a empresa não tem tido recursos financeiros suficientes com as operações, mas há outros rendimentos, como o arrendamento de imoveis”, explicou.

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